Candidíase extragenital
Palavras-chave:
candidíase, infecção extragenitalResumo
As vulvovaginites constituem-se provavelmente um dos diagnósticos mais freqüentes na prática diária em ginecologia. Os ginecologistas enfrentam oproblema da candidíase genital não complicada com algum sucesso; entretanto, conhecem pouco da doença, quando esta assume formas extragenitais ourecorrentes, tendo sérias dificuldades no manuseio das pacientes. Especialmente, quando nos reportamos à paciente que apresenta algum grau deimunossupressão específica, tais como aidéticas, transplantadas e outros grupos de debilitadas, onde esta infecção pode migrar para diferentes sítios,dificultando muito o tratamento. Os fungos, em especial a Candida sp, podem ser encontrados em condição de simbiose em diferentes tecidos do corpohumano (mucosas orais, anais, vaginais e pele), sem causar qualquer inconveniente. Contudo, podem também assumir formas agressivas, trazendoconseqüências desastrosas para os tecidos. A Candida albicans é a causa predominante de candidíase nas formas superficiais ou profundas, sendo contudoirrelevante a proporção de casos graves. Felizmente novas drogas têm sido desenvolvidas, apresentando-se como novas possibilidades de tratamento destaenfermidade. Os autores, levando em consideração o exposto acima, fazem um breve resumo do diagnóstico e tratamento da infecção extragenital nasseguintes formas de candidíase: oral, cutânea, mucocutânea crônica, esofágica, gastrointestinal, urinária, do sistema nervoso central, respiratório, cardíaca,ocular entre outras.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2002 Paulo C. Giraldo, Ana Katherine S. Gonçalves, Regina M.R. Vicentini

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.







